kombis personalizado












Kombi de 1973 até 1998

  • 1973: Volante de motor maior e nova embreagem com guia de rolamento; BH-294401 (05/73) -> cubo do volante mais largo, chave de seta em plástico.
  • 1974: Botões do painel em plástico preto com desenho indicativo de suas funções, retrovisor externo na direita
  • 1975: Filtro de ar "seco" com elemento de papel; portinhola do tanque perde a trava

  • 1976: Primeira reestilização, motor 1600cc. Inicialmente a Volks pretendia fazer a reestilização completa, deixando a Kombi nacional com a porta corrediça e as três janelas grandes e cada lado, mas, aparentemente para cortar custos, a fábrica escolheu combinar a frente (com as portas dianteiras) e a traseira (apenas as lanternas) do modelo internacional com a carroceria do modelo nacional, de 12 janelas laterais, tornando assim a carroceria do modelo fabricado de 1976 a 1996 uma exclusividade brasileira. O alternador passa a ser opcional. Modulador de frenagem no eixo traseiro e servofreio. Adoção de cardan e cruzetas nos semi-eixos traseiros; 09/76-> vidro lateral basculante fixo por 2 dobradiças


  • 1978: Adoção de junta homocinética nos semi-eixos traseiros; motor 1600 com dupla carburação, novo trambulador e varão do câmbio, mais macio
  • 1979: Reforços na lataria garantem maior rigidez estrutural
  • 1981: Início das vendas do modelo com motor Diesel, refrigerado a água e radiador dianteiro. Utilizava o motor Diesel 1,5l que equipava o Passat exportação. Em 1981 os piscas traseiros voltam a ser na cor âmbar (eram vermelhos de 1976 a 1980).


  • 1982: Novo lançamento: Pick-up Kombi com cabine-dupla.

  • 1983: A Kombi ganha freios a disco na dianteira, novas rodas e calotas de perfil plano semelhante ao Fuscão.
  • 1984: Encosto de cabeça e cintos de 3 pontos nos bancos dianteiros.
  • 1992: A Volksawagem adota os primeiros equipamentos antipoluição, como catalisador e cânister.

  • 1997: Segunda reestilização, porta lateral corrediça. Finalmente o modelo ganhava porta corrediça e carroceria semelhante aquela conhecida no resto do mundo, embora o teto elevado em 11 cm seja único do modelo brasileiro.
  • 1998: Motor 1600 com injeção eletrônica.

A evolução

Em 1959 a caixa de quatro marchas vinha toda sincronizada, em 1960 ganhava teto mais elevado e, em 1962, atingia o marco de um milhão de unidades fabricadas. Um ano depois, atendendo a pedidos da clientela, o motor era novamente ampliado, para 1.493 cm3 (83 x 69 mm), com potência de 42 cv a 4.000 rpm e taxa de compressão de 7,1:1. A velocidade máxima atingia 105 km/h e os pneus eram 7,00 - 14.
O tanque podia carregar até 45 litros de gasolina. Os pára-choques também estavam maiores e mais fortes, já dispunha de marcador de combustível para todos os modelos e o contava com pequenas luzes de direção. Como opcional, o sistema elétrico podia ser de 12 volts.

 Kombi - 1959


kombi - 1962

Segunda fase   Depois de 1,9 milhão de unidades produzidas, em 1967 a Kombi entrava em sua segunda geração e recebia uma carroceria mais moderna. O pára-brisa vinha em uma peça só, "panorâmico", em vez do tradicional split, bipartido. Na lateral, somente três janelas grandes e uma porta corrediça, para a entrada de carga ou dos passageiros aos bancos de trás. Ela aposentava as duas antigas, de abertura convencional e com dobradiças externas. O vidro traseiro estava bem maior e não existiam mais aqueles no contorno da última coluna.

 kombi - 1967

A entrada de ar para o motor ficava agora atrás da última janela; também havia outra, na frente, logo acima dos faróis, para a aeração da cabine. Mas o utilitário continuava com nível de ruído interno alto, devido ao motor refrigerado a ar e material fonoabsorvente praticamente nenhum, conforto mediano e segurança ativa e passiva preocupantes. Devia-se dirigi-la com delicadeza e atenção. 

Versão mais nova nesta época

Ainda era um veículo precário em estabilidade e muito barulhento, mas o conforto melhorava muito com essa evolução

Kombi recebia diferentes nomes e apelidos em cada mercado: Hector no Canadá, Breadloafs nos EUA e Inglaterra, Klaippari (forma reduzida de miniônibus) na Finlândia, Hipisowka na Polônia e... Kombi, mesmo, na Austrália. Na Alemanha permanecia o apelido Bulli.

A partir de 1972 o motor estava mais potente: passava a 1.679 cm3 (88 x 69 mm), como no SP2 brasileiro, e usava carburador de corpo duplo Solex. Três anos depois, mais uma alteração: injeção eletrônica e cilindrada de 1.795 cm3 (91 x 69 mm). Com relação às carrocerias, a mais interessante era o modelo da empresa Westfalia, de Widenbruck, Alemanha, que podia ter o teto mais alto, adorado por campistas e aventureiros em geral. Alguns colocavam o estepe sobre o pára-choque dianteiro.



As Mudanças que teve entre 1950 á 1962

As principais  mudanças que foram encontrada:

Do protótipo da Barndoor até meados de 1950 , o estepe ia em pé no compartimento do motor, preso por uma cinta de metal. Na sequência, até a última Barndoor, o estepe ia instalado numa prateleira em cima do motor, preso por uma cinta de couro .



1950: Ano de seu lançamento na Alemanha e início das vendas no Brasil, importada pelo Grupo Brasmotor (proprietário da marca Brastemp). Na traseira havia uma grande tampa do motor, que deu origem ao apelido "barndoor" (porta de celeiro). A Kombi era equipada com motor de 1100cc e 25hp, o eterno boxer de 4 cilindros opostos refrigerado a ar. A partida era elétrica (na chave) ou manual (na manivela), 8 grades de ventilação no motor p/ fora; não há aba de ventilação acima do parabrisas, espelho retrovisor externo fixado na coluna na altura da metade do parabrisas. Em maio surge o modelo Microbus, para passageiros, com forração mais caprichada e pintura em dois tons. As primeiras Barndoors tinham dois emblemas VW, fabricados em alumínio fundido, sendo um na dianteira e outro na traseira. O emblema traseiro foi  em outubro . Quanto ao emblema dianteiro, por volta de abril, o emblema passou a ser de metal estampado. Havia apenas um pequeno refletor (olho de gato) instalado na traseira esquerda, abaixo da lanterna. 
A capacidade de carga inicial era em torno de 750 Kg. Os números de produção eram de cerca de 10 veículos por dia na fábrica

1952: Em março a Volkswagen instalou um segundo refletor (olho de gato) na traseira, abaixo das lanternas. Lançamento da versão “Pickup” no mês de agosto, câmbio com 2ª,3ª,4ª sincronizadas. Johnny destaca que "Quando ela foi lançada em 1952, as tampas eram lisas, ou seja, não tinham aquelas estampas retangulares, em baixo relevo, na chapa."



Para-choques:

De 1950 até 1967 a Kombi utilizou o para-choque. De 1950 a 1958 sem puleiros. 



Sem o vidro traseiro trapézio
Entre 1950 até 1953


O simbolo VW era utilizado na parte de traz do veiculo ena dianteira.


A letra  V e W são separadas.


As letras estão juntas.


vidro traseiro trapézio
Entre 1954 foi criado o vidro traseiro.


1953: o primeiro modelo a receber parachoque traseiro foi o modelo "De Luxo", conhecido pelo apelido "Samba", em março. Curiosamente o parachoque traseiro não surgiu ao mesmo tempo nos diversos modelos de Barndoors. Em dezembro de 1953 o  câmbio passou a ter a 2ª, 3ª e 4ª marchas sincronizadas. Início da montagem no Brasil, com as peças importadas (o chamado "sistema CKD", "Completely Knocked Down) ainda pelo Grupo Brasmotor. Em dezembro de 1953, motor 1200cc de 36hp.


A criação da primeira Kombi

Ben Pon era um empresário holandês. Em 1947, Automobielhandel de Pon ("Stand de Carros de Pon"), tornou-se o primeiro concessionário fora da Alemanha a vender veículos fabricados pela  Volkswagens. 
O pai de Ben, Mijndert Pon, dono de uma loja (fundada em 1898), que vendeu máquinas de costura, artigos de uso doméstico e bens de tabaco em Arnhemseweg (Arnhem Road) em Amersfoort . Mais tarde, ele acrescentou  bicicletas e bicicletas com motores  a sua gama de produtos . A partir de 1920, Ben Pon vendeu bicicletas  e Ford automóveis, bem comoda  Continental Pneus. Ben e seu irmão Wijnand assumiu a loja em 1931 e rebatizou-Automobielhandel da Ben Pon. Em 8 de agosto de 1947, o  Pons tornou-se importador geral da Volkswagen para a Holanda. Durante seu primeiro ano, eles receberam 51 Volkswagen Beetls  de Wolfsburg .  A empresa também se tornou um importador de Porsche  em 1948.
Um esboço feito por Pon inspirou os engenheiros da Volkswagen para o desenvolvimento do VW Transporte  (a van, comumente chamado de "VW Bus"), um veículo que se tornou um ícone cultural para a geração dos anos 1960.

Ben Pon pede ao engenheiro alemão Alfred Hesnner que aprimore seus desenhos, e então os apresenta ao então administrador provisório, o major inglês Ivan Hirst, que simpatiza com a idéia e após algum tempo “compra” a idéia do holandês.

O dia em que Ben Pon aprimorou seus desenhos é então considerado o dia do nascimento da Kombi, 23 de abril de 1947. O engo Hesnner assume então a ordem de iniciar a produção já em janeiro de 1948, e,sob o controle novamente dos alemães e presidida por Heinrich “Heinz” Nordhoff, a Kombi, ou o “VW Transporter” começa a rodar em março do mesmo ano para testes.

A idéia original era aproveitar o chassi-plataforma de estrutura central que servia para o Sedan (e o Kubelwagen), com óbvias simplificação de produção e redução de custos. Mas problemas de resistência logo apareceram, levando a VW a desenvolver um novo chassi que suportasse o peso previsto. Resolveu-se partir para uma estrutura monobloco, solução mais moderna.

As versões protótipo das primeiras Kombi logo ganharam o apelido de “pão de fôrma” ou “bulli”, devido às suas formas arredondadas e esticadas. Mas este carinhoso apelido não tinha se tornado o nome oficial, e a fábrica referia-se à ela apenas como “type 2” ou “tipo2” .

 Era março de 1950. No início, era só um furgão todo fechado que recebeu a denominação Typ 2.







  • 1950 : Ano de seu lançamento na Alemanha  e inicio das vendas no Brasil , importada pelo Grupo Brasmotor (proprietário da marca Brastemp) . Na traseira havia uma grande tampa do motor, que deu origem ao apelido "barndoor" (porta de celeiro). A Kombi era equipada com motor de 1100cc e 25cv. A partida era elétrica (na chave) ou manual (na manivela)

Encontro reúne milhares de fãs para se despedir da Kombi em São Paulo

Este encontro foi em 2013 ,foi a ultima fabricação da kombi.
Proprietários e admiradores da Kombi já contam os dias para a despedida do veículo. Após 56 anos de produção, o utilitário deixa de ser fabricado no próximo 31 de dezembro. Para homenagear a “Velha Senhora”, fãs se reuniram nesse domingo na fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campo (SP) para uma última homenagem.
Mais de 170 unidades do veículo, desde a primeira geração até a derradeira Last Edition participaram do encontro. Cerca de duas mil pessoas doaram dois quilos de alimento para entrar na fábrica e conferir a exposição, organizada pelo Sampa Kombi Clube.

O modelo mais antigo em exibição foi uma unidade azul 1950, importada da Alemanha, da primeira versão comercializada. Além de veículos de São Paulo, várias Kombis do interior paulista, Rio de Janeiro e Paraná marcaram presença. O destaque ficou por conta de um modelo Westfalia 1971 dos Estados Unidos. David Paton deixou a California para dar uma volta no mundo no carro aproveitou a passagem pela cidade para participar do encontro.

"A Kombi foi o carro que construiu o Brasil. Durante trinta anos, ela reinou absoluta como único veículo pequeno e médio para transporte de cargas e pessoas”, afirma Eduardo Gedrait, presidente do Sampa Kombi Clube. “Foi mais de um ano de trabalho para realizar o encontro e estamos muito satisfeitos com o resultado", completa.

O Brasil é único país do mundo que ainda produz a segunda geração da Kombi. A despedida dos fãs atraiu imprensa de vários países. Além de emissoras da Europa, até a Al Jazeera do Catar e a CCTV da China mostraram a paixão do brasileiro pelo modelo.

De modelos originais e bem conservados a Kombis tunadas, diversos modelos foram perfilados em frente a planta da marca alemã. "A Kombi fez diferença na vida de muita gente e vai deixar lembranças", afirma Carlos Leite, gerente de Produto e Marketing de Comerciais Leves da Volkswagen do Brasil.


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A criação da primeira Kombi

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